11 janeiro 2011

O Contador de sacolas

Logo depois de ler post anterior, o meu querido amigo e fiel seguidor Raul, me passou uma dica prá lá de bacana para o blog.

O Contador de sacolas descartáveis recusadas mostra que podemos diminuir sim esse consumo


Idealizado pelo Planeta Sustentável, o contador de sacolas descartáveis recusadas é uma ferramenta que incentiva os consumidores a pensarem duas vezes antes de levar uma sacolinha para casa. Com tanta gente clicando, a redução do impacto sobre o meio ambiente é visível.

Participe!

Inferno Astral

Toda mudança é bem-vinda. Seja trocando um móvel de lugar, um quadro de parede, a cor do blush, do cabelo, do esmalte. Mas hoje é um daqueles dias que dá vontade de mudar tudo na vida: O marido. A casa. O trabalho. O salário. Comprar um carro novo. Ir a Paris, Roma, Madrid, Istambul.

Mudar de cidade não mais. De bairro também não. Mas retomar hábitos antigos, a meditação, a crença, a religião.

Reforma é a palavra de ordem. Insatisfação geral. Em meio a angustia, ansiedade e fluoxetina.

Ai... que preguiça! Sintomas do inferno astral? Oxalá, no dia 21 isso tudo passe!

E que nesse ano novo ninguém mais tome café em copo plástico, para que ele seja mais elegante...mais ajeitadinho.

07 janeiro 2011

Confúcio

"Para conhecermos os amigos é necessário passar pelo sucesso e pela desgraça. No sucesso, verificamos a quantidade e, na desgraça, a qualidade".

Pedala Robinho!

Robinho é o nome dele. Um Lhasa branquinho como flocos de algodão e com energia prá dar e vender. Como tinha que passear com o cão, além de fazer compras de Natal, ela decidiu levá-lo ao shopping. Em meio a novidade e o tumulto das lojas que antecede o Natal, Robinho num ímpeto de loucura, escapa da coleira e dispara pelos corredores do shopping com a dona ao seu encalço gritando: “Para Robinho! Vem aqui Robinho! Para Robinho!” Corrida frenética pelos corredores do shopping até alcançar Robinho que, eufórico, fazia xixi nos totens e coco na porta da Vivara.

20 setembro 2010

Nosso Lar

Nosso Lar. Assim que soube dessa produção tive vontade de estar lá. Na estreia.

O filme é de uma beleza e sutileza encantadoras. A emoção flui de maneira involuntária, sem que a gente soubesse por quê. O roteiro não se aprofunda no tema como o livro que deu origem ao filme, mas transmite o necessário para o entendimento de quem está diante do novo e deixa em êxtase aqueles que já conhecem a doutrina espírita. A energia na sala de cinema era indescritível e eu tive a certeza de que não éramos apenas nós, que preenchíamos todas as poltronas, os presentes. Mais que um ensinamento, um banho de Luz. E, quando o filme acabou, ninguém se levantou como de costume. A plateia inteira permaneceu em seus lugares, até que o último nome terminasse de rolar na tela. E todos saímos em silêncio.

05 agosto 2010

O taxista

Entrei no taxi em Sampa, na esquina de Caetano, depois de uma manhã inteira em meio a processos de licitações públicas no edifício Itália. o motorista, um senhor grisalho já aposentado, usava cachecol e boné de lã xadrez para aquecer a calvície e vez por outra levantava o boné e coçava a cabeça enquanto me olhava pelo retrovisor. Você é funcionária do Bradesco? Me pergunta ele de supetão. Não senhor, respondo e silencio enquanto penso no que levara o taxista a tal dedução. Porque acha que eu sou funcionária do Bradesco? - Porque você tem cara de funcionária de alto escalão do Bradesco. Parei por aí. Melhor não tentar saber que cara tem essa ilustre figura.